sábado, 19 de setembro de 2009

Refexão: Texto de Sergio Amadeu

Com a leitura do texto Inclusão Digital, Software Livre e Globalização Contra-hegemônica de Sergio Amadeu da Silveira, reforça a ideia da necessidade de capacitação do professor para inserção das novas tecnologias em sala de aula. Segundo Sergio Amadeu “a ideia corrente é que um computador desconectado tem uma utilidade extremamente restrita na era da informação, acaba sendo utilizado quase como uma mera máquina de escrever.

Cabe a escola oferecer conhecimentos mais amplos referente ao uso do computador não se prendendo apenas na área de digitação e pesquisa, e sim nas múltiplas possibilidades de inovação da prática pedagógica.

Novas práticas de leiturta e escrita: Letramento na cibercultura ' Magda Soares


A alfabetização refere-se à aquisição da escrita enquanto aprendizagem de habilidades para leitura, escritas e as chamadas práticas de linguagem. Letramento é algo mais amplo que desenvolve o uso de um conjunto de práticas sociais da escrita e da leitura.


Nesse espaço de escrita temos as relações entre escritor e leitor, entre escritor e texto, entre leitor e texto, que ocorre quando o espaço da escrita são as páginas do códice. Atualmente, com a escrita digital, surge este novo espaço de escrita: a tela do computador. E para que nós possamos dar conta dessa nova cultura tecnológica, não basta ser apenas alfabetizado, e sim letrado. Pois a escrita na tela possibilita a criação de um texto diferente do texto no papel o chamado hipertexto que é, segundo Lévy (1999, p. 56), “um texto móvel, caleidoscópico, que apresenta suas facetas, gira, dobra-se e desdobra-se à vontade frente ao leitor”. Enquanto que o texto no papel é lido de forma linear, em sequência de uma página para outra, o hipertexto é escrito e é lido de forma multilinear, acionando-se links, ou seja, as telas nos dão uma multiplicidade de possibilidades de criação e produção de conhecimentos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

REFLEXÂO SOBRE EXCLUSÂO/INCLUSÂO: Elementos para uma discussão.De Joseilda Sampaio Souza e Maria Helena Silveira Bonilla.

Diante das leituras feitas no texto, percebe-se que existe uma contradição referente à expressão ”Inclusão Digital.” Pois, ao mesmo tempo em que gera novos excluídos, buscam incluir outros indivíduos na condição de serem consumidores. Sendo assim as comunidades de baixa renda, de alguma forma sentem-se excluídas, por não terem condições para comprar computadores e muito menos para pagarem internet. E com isso a economia digital sai perdendo um número grande de consumidores, sem esquecer que as questões das desigualdades sociais estão relacionadas a uma maior parte da população brasileira. È percebível que todo esse movimento de inclusão se torna em uma só questão, que é a de fins lucrativos para as empresas do campo da tecnologia. Além disso, Martins (1997) afirma que, o processo de exclusão, neste contexto, “Cria uma sociedade paralela que é incluída do ponto de vista econômico e excluída do ponto de vista social, moral e até político.” (MARTINS, 1997, P. 34). Dessa forma é preciso que a sociedade seja composta de pessoas conscientes da sua realidade e que possa entender, compreender e se apropriar desse novo mundo da construção do conhecimento e da informação, buscando assim, os seus direitos pela inclusão digital.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

INCLUSÂO DIGITAL


Inclusão Digital

Antes dessa belíssima explanação de Boanilla sobre inclusão digital, eu achava que uma boa parte da população brasileira já podiam dizer que estavam incluídos digitalmente. Após a discussão com o grupo pude perceber que essa expressão inclusão digital é mais um faz de conta, do que realmente o sentido que ela tem. Acredito que ainda está muito distante de acontecer esse acesso para todos. Pois, para isso acontecer é preciso muito trabalho por parte do governo a favor da inclusão e que esses projetos saiam do papel.
E para a escola oferecer um trabalho de qualidade e mais dinâmico, os professores precisam ser capacitados digitalmente para fazer o diferencial nos processos de ensino e aprendizagem
.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Filme Forrest Gump


O Filme Forrest Gump, conta uma linda história vivida por um personagem que apesar de sua inocência ele puro e aberto para os conhecimentos.
Durante todo o filme Forrest narrou fatos de sua vida que me trouxe fortes emoções, pois enquanto asistia o filme me via em várias cenas que me fizeram lembrar a minha infância. E isso de certa forma me ajudou bastante na construção do meu memorial.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Vidas Secas: Reflexão


Uma das atividades que me chamou muito a atenção nesse ciclo foi o filme Vidas Secas de 1963, que foi apresentado pela professora Rosane. É um filme brasileiro, que faz uma crítica social e econômica voltada para o Nordeste, que tinha como objetivos denunciar os problemas sociais do Brasil. Esse filme trabalha a narrativa do silêncio na qual as próprias imagens falam por si só. É baseado no romance de Graciliano Ramos, passa-se em um contexto muito próximo de nós, pois o cenário era típico do sertão e a seca era vista o tempo inteiro do filme.
Vidas Secas é uma história de uma família de retirantes do Nordeste brasileiro, que retrata a condição e a luta do homem do interior pela sua sobrevivência. Várias cenas desse filme me fizeram relembrar muitos momentos da minha época de estudante, as longas caminhadas que eu fazia para ter acesso à escola, dos trabalhos realizados na roça para ajudar meu pai e de tantas outras dificuldades da vida rural.

Reflexão (Gelit)


Nesse Ciclo Dois, as atividades do Grupo de Estudos Literários (Gelit), já foram degustadas por mim, desde a apresentação do livro no Seminário de Abertura, com a dança indiana, das orientadoras Rúbia Margareth e Fabrízia, sendo esse um momento descontraído, mas que chamou a minha atenção para a leitura da obra.
A Distância entre Nós, com a autora Thrity Umrigar, que por incrível que pareça houve uma coincidência com a história de cultura que estamos acompanhando na mídia televisiva através da novela Caminho das Índias, da autora Glória Perez, que se passa na Índia e no Brasil.
O livro A Distância entre Nós é um romance avassalador, envolvente e intenso. Conta a história de duas mulheres, Sera e Bhima, a patroa e a empregada, cujas vidas, apesar da distância social, são igualmente devastadoras.
A forma com que a orientadora Fabrízia orientou o estudo do livro foi muito significativo para a compreensão da cultura Indiana. Esse estudo foi bastante proveitoso, pois além das leituras, discussões, foram realizadas apresentações de seminários por três grupos, com os temas: Preconceito Social, Violência Contra a Mulher e Cultura. Com essa estratégia, aprofundamos nossos conhecimentos sobre a Índia através de nossas leituras, pesquisas e discussões do grupo. O que se tornou um estudo importante sobre a cultura de um país que mesmo sendo mostrado na mídia, não mostra de fato a sua verdadeira realidade.