segunda-feira, 2 de novembro de 2009

RELAÇÂO FAMÌLIA / ESCOLA











Na atividade da palestra relação família/ Escola, no dia vinte e dois de agosto com o professor Ivan Farias, ele nos fez alguns questionamentos com as seguintes perguntas:
Escola/Família parceria ou inversões de papeis?
Que tipo de famílias existe hoje?
Como nós sabemos, a família é à base de uma boa formação de personalidades, caráter e responsabilidade para o individuo, pois a palavra família traz a ideia de laços de ligação muito forte, que jamais você se desprende de tudo.
Nos dias atuais, está cada vez mais difícil essa parceria entre família e escola, pois hoje as organizações das famílias estão mudadas, concordo com Julio Groppa Aquino quando ele afirma que quase toda a população parece crer que a maioria das famílias brasileiras se encontra atualmente em um estado denominado genericamente de “desestruturação” e que essa ideia vem como uma conspiração contra a potência do trabalho pedagógico.


O fato é que há hoje, nas escolas, uma geração de crianças e adolescentes resultantes de contextos múltiplos de estruturação não apenas familiar, mas sociocultural. Sendo assim eu diria que o modelo de famílias hoje em dia encontra-se em estado de “transição” e não de desestruturação.Entretanto, é possível notar que os professores têm sido cada vez mais convocados a compartilhar dos problemas afetivos e atitudinais do seu alunado, pois as famílias hoje transferem uma boa parte de suas funções que antes eram resolvidas apenas ao âmbito familiar para a escola, por isso é interessante que a escola deixe bem claro o seu papel pedagógico para com a sociedade, isso pelo fato de que muitos educadores acabam ocupando tempo demais tentando moralizar seus alunos, administrar seus hábitos, discipliná-los enfim essas atitudes trazem certo desvio de função, acarretando também o professor que chega a levar a um desperdício de talento, pois o trabalho docente definitivamente não é esse.

domingo, 1 de novembro de 2009

OFICINA DA PALAVRA ESCRITA

A atividade da Palavra Escrita mostra mais do que nunca, a importancia de ser trabalhado na sala de aula as variedades dos Gêneros Textuais para que os alunos possam conhecer para que serve e as suas funcionalidades para a vida na sociedade.
Desde os primeiros momentos da vida escolar, que as crianças entram em uma rotina diária de situações didáticas que se tornam cada vez mais complexas. Entre elas estão às rodas de leituras, de conversas, nas quais as crianças ouvem histórias, tomam contato com a palavra escrita e com bons textos literários.
A marca principal desses textos é a diversidade: São parlendas, receitas, histórias, canções enfim todos os textos de circulação social.
A aula da atividade Oficina da Palavra Escrita deu- se inicio por um vídeo imagético com a música de Adriana Calcanhoto (Sexta-Feira) nesse vídeo nos mostrava as características da baianidade. Que com suas diversidades culturais deu fundamento para entendermos melhor os gêneros e suas funcionalidades.
Sabemos que os gêneros textuais são fenômenos históricos, profundamente vinculados a vida cultural e social. E que eles se caracterizaram muito mais por suas funções comunicativas, cognitivas e institucionais do que por suas peculiaridades lingüísticas e estruturais.
Percebemos que o gênero da lista ela pode dar uma determinada função social como organizar, lembrar, selecionar e que poderá ser trocada a partir do momento que eu queira lhes dar uma nova função. Vimos também à importância que tem levar para a sala de aula a intertextualidade para que os alunos possam aprender as diferentes formas e tipos de textos na tentativa de compreender melhor a escrita
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terça-feira, 27 de outubro de 2009

ALFABETIZAÇÂO II




Na atividade de Giovana Zen com alfabetização II, traz uma aprendizagem significativa. Ela que já havia deixado uma inquietação no segundo ciclo quando discutimos sobre as concepções da alfabetização e a importância de aprender a ler e a escrever.
Sabemos que no decorrer do tempo o homem da pré-história aprendeu a se comunicar com varias linguagens, como a verbal, corporal e outras que dependem de uma compreensão do sistema de escrita.
Cabe a nós planejarmos algumas situações para que todas as crianças, quaisquer sejam seus conhecimentos sobre a escrita possam aprender a ler elaborando interpretações cada vez mais avançadas. Quando o professor propõe essas atividades problematizadoras favorece a eles participação em algumas práticas de linguagem e ao mesmo tempo o avanço da compreensão do sistema de escrita.É necessário que, estejamos preparados para sabermos como devemos passar as informações para as crianças sobre a leitura e a escrita. Pois a criança precisa aprender que a escrita tem estabilidade e que as palavras são aquelas mesmas independente de onde elas estão. É através das atividades de leitura que a criança aprende mais, por que ela ainda vai relacionar com a escrita convencional, refletindo sobre o sistema de escrita, observando alguns aspectos como: segmentação de palavras, forma de grafar, letras iniciais e finais das palavras, enfim ela pode perceber que a escrita é um sistema de representação
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Participar da atividade de alfabetização com a professora Giovana Zen e aplicar uma atividade em sala de aula foi muito importante para que eu como professora dos alunos com dificuldades de aprendizagem do 3º ano, pudesse conhecer melhor sobre o que eles sabem e o que eles pensam sobre a escrita. Nessa atividade eu pude perceber que o profissional é que precisa estar preparado para intervir de diversas formas, em diversos momentos contribuindo com o processo de aprendizagem dos alunos; pois, sabemos que não basta apenas apresentar o conteúdo para que o aluno aprenda, é preciso criar situações para que este aluno estabeleça relações com as situações apresentadas, sendo o professor o facilitador do processo de ensino e aprendizagem.Na atividade de Leitura de Parlendas com alunos de 3º ano, foram apresentadas as 4 versões da parlenda “Boi da Cara Preta”. Com a proposta de que os alunos encontrassem a parlenda “BOI DA CARA ROSA”. E com muito esforço e muitas intervenções que levaram os alunos a confrontarem as 4 versões da parlenda, eles conseguem encontrá-la. Você poderá ver completo o planejamento da atividade de Alfabetização no blog da colega Macicleide.

sábado, 19 de setembro de 2009

Refexão: Texto de Sergio Amadeu

Com a leitura do texto Inclusão Digital, Software Livre e Globalização Contra-hegemônica de Sergio Amadeu da Silveira, reforça a ideia da necessidade de capacitação do professor para inserção das novas tecnologias em sala de aula. Segundo Sergio Amadeu “a ideia corrente é que um computador desconectado tem uma utilidade extremamente restrita na era da informação, acaba sendo utilizado quase como uma mera máquina de escrever.

Cabe a escola oferecer conhecimentos mais amplos referente ao uso do computador não se prendendo apenas na área de digitação e pesquisa, e sim nas múltiplas possibilidades de inovação da prática pedagógica.

Novas práticas de leiturta e escrita: Letramento na cibercultura ' Magda Soares


A alfabetização refere-se à aquisição da escrita enquanto aprendizagem de habilidades para leitura, escritas e as chamadas práticas de linguagem. Letramento é algo mais amplo que desenvolve o uso de um conjunto de práticas sociais da escrita e da leitura.


Nesse espaço de escrita temos as relações entre escritor e leitor, entre escritor e texto, entre leitor e texto, que ocorre quando o espaço da escrita são as páginas do códice. Atualmente, com a escrita digital, surge este novo espaço de escrita: a tela do computador. E para que nós possamos dar conta dessa nova cultura tecnológica, não basta ser apenas alfabetizado, e sim letrado. Pois a escrita na tela possibilita a criação de um texto diferente do texto no papel o chamado hipertexto que é, segundo Lévy (1999, p. 56), “um texto móvel, caleidoscópico, que apresenta suas facetas, gira, dobra-se e desdobra-se à vontade frente ao leitor”. Enquanto que o texto no papel é lido de forma linear, em sequência de uma página para outra, o hipertexto é escrito e é lido de forma multilinear, acionando-se links, ou seja, as telas nos dão uma multiplicidade de possibilidades de criação e produção de conhecimentos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

REFLEXÂO SOBRE EXCLUSÂO/INCLUSÂO: Elementos para uma discussão.De Joseilda Sampaio Souza e Maria Helena Silveira Bonilla.

Diante das leituras feitas no texto, percebe-se que existe uma contradição referente à expressão ”Inclusão Digital.” Pois, ao mesmo tempo em que gera novos excluídos, buscam incluir outros indivíduos na condição de serem consumidores. Sendo assim as comunidades de baixa renda, de alguma forma sentem-se excluídas, por não terem condições para comprar computadores e muito menos para pagarem internet. E com isso a economia digital sai perdendo um número grande de consumidores, sem esquecer que as questões das desigualdades sociais estão relacionadas a uma maior parte da população brasileira. È percebível que todo esse movimento de inclusão se torna em uma só questão, que é a de fins lucrativos para as empresas do campo da tecnologia. Além disso, Martins (1997) afirma que, o processo de exclusão, neste contexto, “Cria uma sociedade paralela que é incluída do ponto de vista econômico e excluída do ponto de vista social, moral e até político.” (MARTINS, 1997, P. 34). Dessa forma é preciso que a sociedade seja composta de pessoas conscientes da sua realidade e que possa entender, compreender e se apropriar desse novo mundo da construção do conhecimento e da informação, buscando assim, os seus direitos pela inclusão digital.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

INCLUSÂO DIGITAL


Inclusão Digital

Antes dessa belíssima explanação de Boanilla sobre inclusão digital, eu achava que uma boa parte da população brasileira já podiam dizer que estavam incluídos digitalmente. Após a discussão com o grupo pude perceber que essa expressão inclusão digital é mais um faz de conta, do que realmente o sentido que ela tem. Acredito que ainda está muito distante de acontecer esse acesso para todos. Pois, para isso acontecer é preciso muito trabalho por parte do governo a favor da inclusão e que esses projetos saiam do papel.
E para a escola oferecer um trabalho de qualidade e mais dinâmico, os professores precisam ser capacitados digitalmente para fazer o diferencial nos processos de ensino e aprendizagem
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