terça-feira, 27 de outubro de 2009

ALFABETIZAÇÂO II




Na atividade de Giovana Zen com alfabetização II, traz uma aprendizagem significativa. Ela que já havia deixado uma inquietação no segundo ciclo quando discutimos sobre as concepções da alfabetização e a importância de aprender a ler e a escrever.
Sabemos que no decorrer do tempo o homem da pré-história aprendeu a se comunicar com varias linguagens, como a verbal, corporal e outras que dependem de uma compreensão do sistema de escrita.
Cabe a nós planejarmos algumas situações para que todas as crianças, quaisquer sejam seus conhecimentos sobre a escrita possam aprender a ler elaborando interpretações cada vez mais avançadas. Quando o professor propõe essas atividades problematizadoras favorece a eles participação em algumas práticas de linguagem e ao mesmo tempo o avanço da compreensão do sistema de escrita.É necessário que, estejamos preparados para sabermos como devemos passar as informações para as crianças sobre a leitura e a escrita. Pois a criança precisa aprender que a escrita tem estabilidade e que as palavras são aquelas mesmas independente de onde elas estão. É através das atividades de leitura que a criança aprende mais, por que ela ainda vai relacionar com a escrita convencional, refletindo sobre o sistema de escrita, observando alguns aspectos como: segmentação de palavras, forma de grafar, letras iniciais e finais das palavras, enfim ela pode perceber que a escrita é um sistema de representação
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Participar da atividade de alfabetização com a professora Giovana Zen e aplicar uma atividade em sala de aula foi muito importante para que eu como professora dos alunos com dificuldades de aprendizagem do 3º ano, pudesse conhecer melhor sobre o que eles sabem e o que eles pensam sobre a escrita. Nessa atividade eu pude perceber que o profissional é que precisa estar preparado para intervir de diversas formas, em diversos momentos contribuindo com o processo de aprendizagem dos alunos; pois, sabemos que não basta apenas apresentar o conteúdo para que o aluno aprenda, é preciso criar situações para que este aluno estabeleça relações com as situações apresentadas, sendo o professor o facilitador do processo de ensino e aprendizagem.Na atividade de Leitura de Parlendas com alunos de 3º ano, foram apresentadas as 4 versões da parlenda “Boi da Cara Preta”. Com a proposta de que os alunos encontrassem a parlenda “BOI DA CARA ROSA”. E com muito esforço e muitas intervenções que levaram os alunos a confrontarem as 4 versões da parlenda, eles conseguem encontrá-la. Você poderá ver completo o planejamento da atividade de Alfabetização no blog da colega Macicleide.

sábado, 19 de setembro de 2009

Refexão: Texto de Sergio Amadeu

Com a leitura do texto Inclusão Digital, Software Livre e Globalização Contra-hegemônica de Sergio Amadeu da Silveira, reforça a ideia da necessidade de capacitação do professor para inserção das novas tecnologias em sala de aula. Segundo Sergio Amadeu “a ideia corrente é que um computador desconectado tem uma utilidade extremamente restrita na era da informação, acaba sendo utilizado quase como uma mera máquina de escrever.

Cabe a escola oferecer conhecimentos mais amplos referente ao uso do computador não se prendendo apenas na área de digitação e pesquisa, e sim nas múltiplas possibilidades de inovação da prática pedagógica.

Novas práticas de leiturta e escrita: Letramento na cibercultura ' Magda Soares


A alfabetização refere-se à aquisição da escrita enquanto aprendizagem de habilidades para leitura, escritas e as chamadas práticas de linguagem. Letramento é algo mais amplo que desenvolve o uso de um conjunto de práticas sociais da escrita e da leitura.


Nesse espaço de escrita temos as relações entre escritor e leitor, entre escritor e texto, entre leitor e texto, que ocorre quando o espaço da escrita são as páginas do códice. Atualmente, com a escrita digital, surge este novo espaço de escrita: a tela do computador. E para que nós possamos dar conta dessa nova cultura tecnológica, não basta ser apenas alfabetizado, e sim letrado. Pois a escrita na tela possibilita a criação de um texto diferente do texto no papel o chamado hipertexto que é, segundo Lévy (1999, p. 56), “um texto móvel, caleidoscópico, que apresenta suas facetas, gira, dobra-se e desdobra-se à vontade frente ao leitor”. Enquanto que o texto no papel é lido de forma linear, em sequência de uma página para outra, o hipertexto é escrito e é lido de forma multilinear, acionando-se links, ou seja, as telas nos dão uma multiplicidade de possibilidades de criação e produção de conhecimentos.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

REFLEXÂO SOBRE EXCLUSÂO/INCLUSÂO: Elementos para uma discussão.De Joseilda Sampaio Souza e Maria Helena Silveira Bonilla.

Diante das leituras feitas no texto, percebe-se que existe uma contradição referente à expressão ”Inclusão Digital.” Pois, ao mesmo tempo em que gera novos excluídos, buscam incluir outros indivíduos na condição de serem consumidores. Sendo assim as comunidades de baixa renda, de alguma forma sentem-se excluídas, por não terem condições para comprar computadores e muito menos para pagarem internet. E com isso a economia digital sai perdendo um número grande de consumidores, sem esquecer que as questões das desigualdades sociais estão relacionadas a uma maior parte da população brasileira. È percebível que todo esse movimento de inclusão se torna em uma só questão, que é a de fins lucrativos para as empresas do campo da tecnologia. Além disso, Martins (1997) afirma que, o processo de exclusão, neste contexto, “Cria uma sociedade paralela que é incluída do ponto de vista econômico e excluída do ponto de vista social, moral e até político.” (MARTINS, 1997, P. 34). Dessa forma é preciso que a sociedade seja composta de pessoas conscientes da sua realidade e que possa entender, compreender e se apropriar desse novo mundo da construção do conhecimento e da informação, buscando assim, os seus direitos pela inclusão digital.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

INCLUSÂO DIGITAL


Inclusão Digital

Antes dessa belíssima explanação de Boanilla sobre inclusão digital, eu achava que uma boa parte da população brasileira já podiam dizer que estavam incluídos digitalmente. Após a discussão com o grupo pude perceber que essa expressão inclusão digital é mais um faz de conta, do que realmente o sentido que ela tem. Acredito que ainda está muito distante de acontecer esse acesso para todos. Pois, para isso acontecer é preciso muito trabalho por parte do governo a favor da inclusão e que esses projetos saiam do papel.
E para a escola oferecer um trabalho de qualidade e mais dinâmico, os professores precisam ser capacitados digitalmente para fazer o diferencial nos processos de ensino e aprendizagem
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terça-feira, 7 de julho de 2009

Filme Forrest Gump


O Filme Forrest Gump, conta uma linda história vivida por um personagem que apesar de sua inocência ele puro e aberto para os conhecimentos.
Durante todo o filme Forrest narrou fatos de sua vida que me trouxe fortes emoções, pois enquanto asistia o filme me via em várias cenas que me fizeram lembrar a minha infância. E isso de certa forma me ajudou bastante na construção do meu memorial.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Vidas Secas: Reflexão


Uma das atividades que me chamou muito a atenção nesse ciclo foi o filme Vidas Secas de 1963, que foi apresentado pela professora Rosane. É um filme brasileiro, que faz uma crítica social e econômica voltada para o Nordeste, que tinha como objetivos denunciar os problemas sociais do Brasil. Esse filme trabalha a narrativa do silêncio na qual as próprias imagens falam por si só. É baseado no romance de Graciliano Ramos, passa-se em um contexto muito próximo de nós, pois o cenário era típico do sertão e a seca era vista o tempo inteiro do filme.
Vidas Secas é uma história de uma família de retirantes do Nordeste brasileiro, que retrata a condição e a luta do homem do interior pela sua sobrevivência. Várias cenas desse filme me fizeram relembrar muitos momentos da minha época de estudante, as longas caminhadas que eu fazia para ter acesso à escola, dos trabalhos realizados na roça para ajudar meu pai e de tantas outras dificuldades da vida rural.